MEC deve apresentar proposta de reajuste a professores

O Ministério da Educação (MEC) deve formalizar hoje (24) proposta de reajuste aos professores que trabalham nos centros federais de Educação Tecnológica (Cefets), escolas agrotécnicas federais (EAFs), Colégio Pedro II (Rio de Janeiro) e Escola Militar (Porto Alegre). São 25 mil professores que atuam no ensino fundamental e médio e na educação
técnico-profissional.

De acordo com o secretário executivo adjunto do MEC, Ronaldo Teixeira da Silva, o governo autorizou uma proposta de reajuste com recursos que somam R$ 75,4 milhões. Esse orçamento
permite aumento de 50% na titulação dos professores, o que resultará em impacto de R$ 36 milhões, e R$ 39 milhões seriam destinados à criação da classe especial.

Na próxima quarta-feira (26), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional (Sinasefe) voltará ao MEC para responder à proposta do governo. O coordenador-geral do sindicato, William Carvalho, já adiantou que os R$ 75,4 milhões são insuficientes para contemplar as reivindicações da categoria. Ele argumenta que os recursos para a criação da classe especial – R$ 39 milhões – já estavam pactuados com o governo federal desde 2003 e foram reafirmados em 2004 e não deveriam fazer parte do montante que está em negociação.

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