O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, atribuiu o crescimento da economia brasileira às políticas sociais do governo. "A somatória das políticas sociais, com a inclusão das pessoas, tem tido a responsabilidade de alavancar o crescimento da nossa economia", afirmou Marinho, durante a abertura do "2º Seminário Nacional Caixa: Nós Podemos", promovido pela Caixa Econômica Federal como parte da programação da Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade.

Marinho disse que em várias regiões do país as ações implementadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome são responsáveis pela retomada do funcionamento da economia. Outro exemplo dado pelo ministro é que, em muitas localidades, "o benefício previdenciário é grande responsável por dirigir a economia". Para o ministro, outro fator que, está contribuindo para o crescimento da economia é a "política determinada de valorização do salário mínimo".

Luiz Marinho também citou números referentes à redução do desemprego no país. Segundo ele, em 30 meses de governo Lula, foram criados 3,135 milhões de empregos com carteira assinada, o que dá uma média de 104 mil novos empregos por mês. "Comparado com o período anterior, a média por mês era de 8.302". O ministro disse ainda que a média atual deve ser superada até o fim do governo.

"Estou seguro de que nós estamos aplicando no Brasil um conjunto de políticas que está conduzindo o nosso país ao porto seguro, num processo de desenvolvimento, de crescimento e de inclusão social", completou.

Para o ministro, o Brasil conseguirá cumprir os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, firmados por 191 países, em setembro de 2000, durante reunião em Nova Iorque. O assunto foi o tema central do seminário promovido pela Caixa Econômica Federal em Brasília. "Nós vamos cumprir as metas compromissadas pelo nosso país, porque temos homens e mulheres trabalhando com muita determinação em todos os estados brasileiros", disse Marinho.

Ao todo, são oito objetivos, que devem ser cumpridos até 2015: erradicação da extrema pobreza e da fome; acesso ao ensino básico universal; promoção da igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; redução da mortalidade na infância; melhora da saúde materna; garantia da sustentabilidade ambiental; combate ao HIV/Aids, à malária e outras doenças, além de estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.