Um tribunal líbio condenou à morte cinco enfermeiras búlgaras e um médico palestino acusados de infectar deliberadamente 400 crianças com o vírus HIV numa decisão que provocou críticas por parte do governo da Bulgária e da União Européia (UE) e desencadeou manifestações de apoio em Trípoli.

"Deus é grande!", gritou Ibrahim Mohammed al-Aurabi, pai de uma das crianças infectadas, assim que o júri anunciou seu veredicto. "Vida longa à Justiça líbia!

A Bulgária e a UE criticaram a decisão. O governo búlgaro reiterou sua opinião de que as crianças foram contaminadas por causa das condições precárias de higiene no hospital Benghazi, e não por causa de uma atitude liberada por parte do médico e das enfermeiras.