A Secretaria Municipal de Defesa Social
não possui dados que indiquem a
quantidade exata de casos registrados.

Os cemitérios de Curitiba são alvos constantes de roubos de peças de bronze e alumínio, normalmente feitos por receptadores. Os metais voltam ao mercado depois de passar por um processo de fundição.

Acredita-se que o valor pago pelos adereços atraia os ladrões. O preço da confecção de uma placa de bronze depende do tamanho da peça e da quantidade de detalhes e letras. Uma pesquisa feita pela reportagem em funerárias indicou que a placa custa R$ 500, em média. Os ferros velhos compram o metal por R$ 2,70 o quilo.

De acordo com a Secretaria Municipal de Defesa Social, responsável pela administração dos quatro cemitérios municipais de Curitiba, o período mais crítico é aquele que antecede o feriado de Finados. Muitas pessoas reformam ou acrescentam objetos nos túmulos e capelas nessa época, despertando a atenção dos ladrões. O órgão não possui dados que indicam a quantidade de casos registrados.  (Leia mais na edição de amanhã do jornal O Estado do Paraná)