Justiça analisa recurso que pode pôr em liberdade assassino de Stang

O Tribunal de Justiça do Parájulgana segunda-feira (19) pedido de habbeas corpus em favor de Rayfran das Neves Sales, acusado de participar do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang.

De acordo com a Justiça do Pará, no recurso, Rayfran, que em 2005 foi condenado 27 anos pela morte de Stang, pede a liberdade provisória enquanto aguarda a realização de novo júripopular, ainda sem data marcada para ocorrer.

Rayfran e Clodoaldo Batista, condenado a 17 anos de prisão, são acusados de serem os assassinos da missionário. Outro acusado de envolvimento no caso, Amair Feijoli da Cunha, foi condenado a 18 anos de prisão sob a acusação de intermediação do crime.

Os fazendeiros Vitalmiro Bastos de Moura, conhecido comoBida, e Regivaldo Pereira Galvão, acusados de serem os mandantes do crime, ainda não foram julgados.

Dorothy Stang,norte-americana naturalizada brasileira, foi assassinada por psitoleiros com seis tiros queima-roupa no dia 12 de fevereiro de 2005 em Anapu, no Pará. Ela trabalhava havia mais de 30 anos em pequenas comunidades pelo direito a terra e pela exploração sustentável da Amazônia.

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