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Festival de Curitiba

José Maria Santos: o arteiro do Paraná

Exposição apresenta a trajetória de um dos maiores atores paranaenses

  • Por Brenda Iung - Estudante Pucpr

A exposição itinerante “Viva Zé!”, que desde 2013 está em cartaz nos teatros de Curitiba, foi idealizada a partir das festividades aos 80 anos de nascimento do ator, além da comemoração pelos 15 anos da reinauguração do teatro e também aos 40 anos da fundação de teatro amador TECEFET, a qual Santos participou. A iniciativa está sendo apresentada na galeria do Sesc Água Verde, entre os dias 05 de março e 30 de abril e faz parte do Festival de Teatro de Curitiba.

A mostra conta, por meio de 63 painéis de fotos e documentos, a vida do ator, bem como sua carreira no teatro amador e profissional, cinema e televisão. Além dos painéis, na próxima quinta-feira (02) será exibido um documentário abordando a vida do ator e diretor paranaense.

Conhecido pelas multifaces e um excelente humor, o ator, produtor, diretor e professor José Maria Santos nasceu em dezembro de 1933, na cidade de Guarapuava. Ele atuou no teatro, cinema e também foi diretor de diversas peças paranaenses. Santos morreu aos 56 anos, em janeiro de 1990.

O teatro Classe, situado na Rua 13 de Maio, palco de peças feitas e estreladas por “Zé”, foi depois de muita campanha e insistência por parte dos atores e diretores da cidade, renomeado para Teatro José Maria Santos. A reinauguração foi feita em 27 de junho de 1998, oito anos após sua morte.

O jornalista e ator Ulisses Iarochinski, curador da exposição e diretor do documentário “José Maria Santos: o arteiro do Paraná”, que conta a trajetória de Santos até a nomeação do teatro Classe para teatro José Maria Santos, confirma a importância do ator para o cenário cultural paranaense e também justifica a escolha de Santos como homenageado.

“Ele foi o primeiro ator do Paraná, que sem sair do Paraná – porque a maioria vai para o Rio de Janeiro trabalhar na Globo – que foi premiado nacionalmente”. O filme premiado é “Aleluia Gretchen”, produção brasileira com mais prêmios no exterior. Iarochinski foi colega, aluno e, declaradamente, admirador do trabalho de José Maria dos Santos.

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