O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de até 7 de outubro teve alta 0,39% ante aumento de 0,09% apurado no IPC-S anterior, de até 30 de setembro – o maior resultado desde a primeira semana de junho, quando o indicador subiu 0,61%. A informação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado anunciado hoje ficou acima do teto das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que esperavam um resultado entre +0,15% e +0,32%, e acima da mediana das expectativas (+0,24%).

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De acordo com a FGV, o aumentos nos preços de Transportes (de 1,55% para 2,53%) e a deflação menos intensa de Alimentação (de -1,03% para -0,55%) levaram ao resultado. Dos sete grupos que compõem o indicador, seis apresentaram aumento de preços e até deflação mais fraca. Além dos dois já citados, é o caso de Habitação (de 0,42% para 0,50%); Vestuário ( de -0,10% para +0,19%); Educação, Leitura e Recreação (de -0,06% para -0 02%); e Despesas Diversas (de 0,01% para 0,04%). O único a apresentar recuo de preços, na passagem do IPC-S de até 30 de setembro para o indicador de até 7 de outubro, foi o de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,54% para 0,49%).

Por produtos, as altas de preço mais expressivas foram apuradas em gasolina (7,23%); taxa de água e esgoto residencial (3,85%) e tarifa de eletricidade residencial (1,16%). Já as mais expressivas quedas de preço foram observadas em manga (-29,86%); leite tipo longa vida (-3,60%) e batata-inglesa (-8,31%).

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