O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de até 15 de outubro teve alta de 0,47% ante aumento de 0,39% no IPC-S anterior, de até 7 de outubro. A informação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado anunciado hoje pela FGV ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que esperavam resultado entre 0,40% a 0,53%, mas acima da mediana das expectativas (0,45%).

De acordo com a FGV, a aceleração na taxa do indicador foi impulsionada pela deflação mais fraca nos preços de Alimentação (de -0,55% para -0,33%) e pela elevação de preços em Habitação (de 0,50% para 0,54%).

Dos sete grupos que compõem o indicador, cinco apresentaram elevação e até queda menos intensa de preços, do IPC-S de até 7 de outubro para o indicador anunciado hoje. Além dos dois já citados, foi o caso de Transportes (de 2,53% para 2 61%); Vestuário (de 0,19% para 0,37%); e Despesas Diversas (de 0 04% para 0,07%).

O único grupo a registrar recuo de preços no mesmo período foi o de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,49% para 0,44%) enquanto Educação, Leitura e Recreação permaneceu com a mesma taxa da apuração anterior (-0,02%).

Por produtos, as altas de preços mais expressivas foram registradas em gasolina (6,82%); tarifa de eletricidade residencial (1,36%); e taxa de água e esgoto residencial (2 15%). Já as mais expressivas quedas de preços foram observadas em manga (-31,80%); leite tipo longa vida (-3,60%) e batata-inglesa (-9,34%).