Segundo o IBGE, a desaceleração do índice foi influenciada pela queda nos preços dos produtos alimentícios (de 0,42%, em setembro, para 0,26%, em outubro). Os destaques foram o tomate, a batata-inglesa e as hortaliças. Os preços do álcool combustível também tiveram forte recuo, passando de 8,0% em setembro para 0,85% em outubro. A gasolina, com alta de 1,16% em setembro, ficou 0,67% mais barata em outubro.
As tarifas administradas, por sua vez, pressionaram a inflação. O telefone fixo aumentou 2,18%, a energia elétrica, 0,71%, e a taxa de água e esgoto, 1,35%.
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