Outra alternativa aos recursos economizados com o aumento da meta, segundo o Iedi, poderia ser a redução da carga tributária, “uma promessa do governo”. Gomes de Almeida lembrou que Brasília havia acenado com o corte de tributos quando lançou o chamado “pacote de bondades”, mas não ampliou as medidas. “Nesse aspecto, cabe ressaltar que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, está dando um banho no governo federal. Reduz impostos e aumenta a arrecadação”, afirmou, referindo-se ao programa São Paulo Competitivo, anunciado terça-feira.
Gomes de Almeida destacou, por fim, que o Iedi não é contra uma meta de superávit primário. Mas apenas considera inadequado o governo se ater a questões de curto prazo, deixando “correr soltos” os fatores que terão impacto na inflação no médio prazo.
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