O crescimento no volume de vendas do comércio foi generalizado, atingindo 26 das 27 unidades da Federação. A exceção foi o Amapá, com queda de 1,70%.
Ainda na comparação com julho do ano passado, o volume de vendas cresceu em todas as atividades pesquisadas, embora na maioria delas tenha caído o ritmo de crescimento.
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com um crescimento de 10,35% em julho, passou a ser o maior impacto na taxa global do varejo, substituindo Móveis e Eletrodomésticos que liderava desde o início do ano.
Segundo o IBGE, o aumento nas vendas do grupo Hipermercados refletiu o ambiente favorável nos níveis de ocupação e rendimento real do trabalhador.
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