A causa do vazamento, segundo a empresa, foi a quebra de bombas utilizadas no processo de produção. O sistema funcionava com um circuito fechado, com reutilização de fluidos que, uma vez saturados, iam para a estação de tratamento e, em seguida, eram despejados no rio Atuba. A falha nas bombas provocou o lançamento dos fluidos sem tratamento.
Por meio de denúncia, o diretor-presidente do IAP, Rasca Rodrigues, e técnicos da fiscalização, localizaram o ponto da emissão, através de sobrevôo de helicóptero, e imediatamente embargaram as atividades da empresa. O vazamento aconteceu das 13h30 às 17 horas. “A direção da empresa foi negligente porque estava ciente do fato e só parou de emitir os fluidos com a intervenção do IAP. Além disso, o procedimento correto seria avisar o IAP, o que não aconteceu”, explica Rasca Rodrigues.
Técnicos do IAP fizeram a coleta de água para análise e o resultado deve sair em uma semana. O valor da multa só poderá ser definido após avaliação do laudo, que irá determinar a gravidade do acidente. A empresa deverá permanecer embargada enquanto não resolver o problema
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