O objetivo é ampliar o diagnóstico de novos casos da doença e a oferta de tratamento adequado aos portadores. A Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda não considera que a doença tenha sido eliminada no Brasil. Hoje, para cada 10 mil habitantes, 4,5 têm hanseníase. A OMS só considera a doença eliminada como problema de saúde pública quando a prevalência é de menos de um caso entre 10 mil pessoas.
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