O atacante Guilherme, atualmente no Botafogo, foi condenado a 5 anos e 4 meses de prisão em regime semi-aberto por duplo homicídio culposo (sem intenção de matar), lesões corporais e falsidade ideológica. A sentença foi determinada pelo juiz José Henrique Ursolino, da 2ª Vara Criminal de Marília (interior de São Paulo), cidade onde aconteceu o acidente automobilístico em que 2 pessoas morreram e 5 ficaram feridas, em outubro de 2002. Mas ele poderá recorrer da sentença em liberdade.

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Aos 30 anos, Guilherme Cássio Alves já defendeu grandes equipes do futebol brasileiro, como São Paulo, Corinthians, Atlético-MG e Vasco. Segundo o juiz, ele estava embriagado quando a BMW que dirigia cruzou a pista da rodovia que liga Marília a Assis (SP-333) e, na contramão, bateu de frente no veículo onde estavam as vítimas fatais. O jogador foi condenado por falsidade ideológica porque negou que estivesse dirigindo o carro.

Antes do acidente, Guilherme tinha acabado de sair da boate Bangalô Drinks com amigos e garotas de programa dentro do carro. Marcelo Aparecido de Souza e Maria Benedita Fossaluzza, que estavam no Escort atingido pela BMW do jogador, morreram.

A sentença do juiz também determina a suspensão da carteira de habilitação de Guilherme por 2 anos e 6 meses.

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