Indagado sobre as dificuldades que os empresários brasileiros vêm enfrentando para fechar acordos com os chineses, como na questão da exportação da carne bovina, Furlan disse que o principal entrave foi a posição rígida da China.
Segundo o ministro, a posição chinesa era uma espécie de ?samba de uma nota só?, do tipo: ‘estamos vindo aqui para receber o status de economia de mercado e ponto’.
Furlan reafirmou a posição brasileira sobre assunto destacando a instrução dada pelo presidente Lula: “ou tínhamos um acordo equilibrado ou não teríamos acordo”, explicou.
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