Segundo ele, poderiam ser acudidos países com problemas no seu balanço de pagamentos, que tenham sofrido reversões inesperadas ou choques externos. “Existe um debate no staff do fundo e os membros do conselho estão estudando formulas técnicas para realizar este programa. Não está definido o modelo que poderemos seguir ou mesmo se vamos seguir ou não”. No entanto, ele lembrou que, com as linhas já existentes, o fundo vem fazendo este tipo de acordo. Citou o caso do atual acordo com o Brasil, em que o fundo colocou à disposição, em caráter preventivo, US$ 14 bilhões.
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