Fernando Henrique elogia Benedita por prisão de Elias Maluco


Horas depois da prisão de Elias Maluco, o presidente Fernando Henrique Cardoso elogiou o trabalho da governadora Benedita da Silva, por sua firmeza na repressão ao crime organizado no estado. A declaração foi feita por intermédio do porta-voz do Palácio do Planalto, Alexandre Parola.

“O presidente gostaria de cumprimentar a governadora por sua atuação, com firmeza, na repressão ao crime organizado, dando ao Rio de Janeiro a perspectiva de uma melhor segurança”, disse Parola.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Rubens Approbato Machado, disse que a prisão de Elias Maluco representa uma esperança para a sociedade de que a morte de Tim Lopes não tenha sido em vão. Para Approbato, é preciso fazer justiça nesse caso, para que o clima de impunidade não desestimule a luta contra o crime organizado.

“Está provado que quando há determinação a polícia consegue pôr os criminosos na cadeia. Mas não adianta prender apenas um, enquanto muitos criminosos superiores a ele estão livres para intimidar a sociedade e debochar do estado”, disse Approbato.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Nilson Naves, disse que a prisão de Elias significa ?a prevalência do império da lei? e a ?vitória das forças do bem sobre as forças do mal?. Em nota, o ministro elogiou a atuação da polícia do Rio.

A prisão de Elias Maluco também foi elogiada pelo secretário Nacional de Segurança Pública, coronel José Vicente da Silva Filho. O secretário disse que a prisão do traficante resgata a auto-estima da polícia do Rio de Janeiro.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.