O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado começou a ouvir Paulo dos Santos Freire, que trabalhou no escritório do senador Geraldo Mesquita (PMDB-AC) em Sena Madureira (AC). Paulo denunciou à imprensa que ele e seus colegas eram obrigados a pagar ao senador um "mensalinho" de 40% dos seus salários.

No caso dele, ele contou que ganhava R$ 1.100,00 e era obrigado a deixar R$ 410,00, mesmo tendo seu nome incluído na cota de servidores pagos pelo Senado Federal. O relator do processo, senador Demóstenes Torres (PFL-GO), está inquirindo o ex-funcionário de Mesquita sobre o período em que ele trabalhou no gabinete dele, em Sena Madureira.