Jacques Demarthon/AFP

Patrice Evra, capitão da França nos primeiros dois jogos da Copa do Mundo mas cortado do terceiro, fez nesta sexta-feira um mea culpa pela recusa da seleção em treinar no domingo na África do Sul.

“Foi uma atitude torpe. Já pedimos perdão por ela. Mas que fique bem claro: foi uma decisão do grupo”, declarou o jogador do Manchester United à TF1. “Lamentamos a repercussão que teve”, continua.

Os Azuis se negaram a treinar em protesto pelo corte, no dia anterior, do atacante Nicolas Anelka, que havia xingado o treinador Raymond Domenech.