Estudo sobre macacos será usado no controle da febre amarela

A Secretaria de Estado da Saúde pretende traçar um mapa para a identificação do risco da febre amarela no Estado. Para isso, fez uma parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) para identificar os hábitos de macacos, potenciais portadores da doença. Também serão colocadas 95 placas em rodovias, alertando sobre a importância da vacinação contra a doença.

A pesquisa com as duas universidades já vem sendo feita no município de Porto Rico, no norte do Estado, há aproximadamente um ano e meio e continuará por mais um ano. "É um trabalho minucioso e uma vez por mês os técnicos da Secretaria vão à região fazer os estudos sobre os macacos", disse Natal Jataí de Camargo, coordenador do Centro de Saúde Ambiental da Secretaria da Saúde.

Como medida efetiva de controle da doença, a Secretaria implantará ainda no primeiro semestre deste ano os programas de vigilância de mortalidade em antropóides não humanos (macacos) e de Síndrome Febril Íctero Hemorrágica (SFIHA). O objetivo é detectar mais rapidamente doenças como febre amarela, malária, leptospirose, hepatites e doenças que causam hemorragia; além de um programa de vigilância epidemiológica em todo o Estado com um curso de reciclagem para médicos e enfermeiros.

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