Wolfowitz, um ?falcão?, pode assumir o Bird

Os EUA indicaram o secretário-assistente de Defesa do país, Paul Wolfowitz, para assumir a presidência do Banco Mundial (Bird). Considerado ?neoconservador? e um dos principais ?falcões? do presidente George W. Bush, Wolfowitz é vice do secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, e também um dos principais arquitetos da Guerra do Iraque.

O mandato do atual presidente do Bird, o americano nascido na Austrália James Wolfensohn, termina em maio.

Pela tradição, os EUA são responsáveis pela indicação do presidente do Bird. Já a presidência do FMI (Fundo Monetário Internacional) fica nas mãos de um europeu.

Criado no final da Segunda Guerra Mundial, em Bretton Woods (EUA), o Banco Mundial inicialmente ajudou a reconstruir a Europa no pós-guerra. Atualmente, a principal meta do Bird é a redução da pobreza nos países em desenvolvimento.

O Bird ajuda os países por meio de empréstimos e assistências. A instituição levanta grande parte dos seus fundos com a venda de títulos nos mercados internacionais.

São 184 países-membros, incluindo o Brasil. O poder de voto de cada país-membro é baseado na sua importância econômica.

Cotados

Carleton S. Fiorina, ex-presidente da Hewlett-Packard, era uma das cotadas para a presidência do Bird, ao lado de Randall Tobias, ex-presidente da Eli Lilly e coordenador global de Aids da Casa Branca, e de John Taylor, chefe de assuntos internacionais do Tesouro americano.

No mês passado, até mesmo o vocalista do U2, o irlandês Bono, chegou a ser ?indicado? pelo jornal Los Angeles Times, um dos mais influentes dos Estados Unidos, para ser o novo presidente do Bird.

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