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Economia

Vem aí o 6.º leilão da Fazenda Rio Bonito

  • Por Redação O Estado Do Paraná
Luiz Meneghel Neto e Paulo Pimentel.

O VI leilão de Gado Nelore da Fazenda Rio Bonito, que será realizado no próximo dia 6 de abril, em Londrina, mais que um evento pecuário, promete ser uma grande oportunidade de negócio para todos os pecuaristas. A partir das 17h, no Parque Governador Ney Braga, no recinto Abdelkarim Janene, começará o remate de 1200 animais, entre fêmeas e machos da raça Nelore, animais de alta linhagem, com idade de 10 a 24 meses. Também vão para a pista animais de cruzamento industrial .

O leilão da Fazenda Rio Bonito é considerado referência na feira de Londrina, movimentando o mercado de gado cria, recria e engorda no sul do país.

Entre os destaques, o administrador da Fazenda Rio Bonito, Joaquim Donizete do Carmo, conhecido como “Gaúcho”, aponta um lote de novilhas selecionadas para matriz. “Com todo critério de seleção imposta por nós, conseguimos criar um plantel de genética avançada e fazemos parte da base seleta da elite da raça Nelore padrão no Brasil.”

A Fazenda Rio Bonito objetiva fortalecer o Nelore na região, alia a tradição de projetos pecuários tradicionais à modernidade das tecnologias utilizadas para o melhoramento genético da raça.

Segundo o coordenador geral do Programa Leilões, João Luis Ceolin, em 2002 foram vendidos 1400 animais. “O leilão da Fazenda Rio Bonito é top na feira de Londrina. Neste ano esperamos que o volume de negociações seja novamente de 100%”.

A Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina é a maior do Estado do Paraná e a segunda do país. Ela se transformou num grande cenário de negócios, sendo ponto de encontro de empresários rurais, além de grande atração ao público que encontra diversão, rodeios, shows musicais, além de comidas tradicionais.

Do rebanho nacional de 160 milhões de bovinos, concentrado principalmente em dez Estados que formam o Brasil Central Pecuário, cerca de 80% são constituídos do gado da raça Nelore. De origem indiana, o gado foi trazido ao Brasil na metade do século passado e rapidamente se multiplicou, por adaptar-se facilmente às condições climáticas brasileiras e se mostrar o melhor para produzir carne num ambiente tropical.

Alguns dos maiores pecuaristas do país marcaram presença no leilão da Fazenda Rio Bonito no ano passado.

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