Economia

Vaticano e Coreia do Norte estão entre os que menos compram do Brasil

Esta foto foca na textura e na diversidade de cores das notas. Uma mão (bem cuidada, com unhas curtas) segura um leque perfeito e denso de notas. Estão visíveis todas as denominações principais (R$2, R$5, R$10, R$20, R$50, R$100 e R$200). O fundo é um mercado de rua brasileiro desfocado (bokeh), trazendo um contexto real de uso do dinheiro. A luz é natural e suave.
Notas de Real em circulação representam o fluxo constante de bens e serviços que movimenta a economia brasileira, do pequeno varejo às grandes transações. Foto: Imagem criada por Inteligência Artificial.

Ilhas Marianas do Norte, Saara Ocidental, Coreia do Norte, Antártida, Tuvalu, Niue, Ilhas Åland, Groenlândia, Vaticano e Svalbard e Jan Mayen formam a lista dos dez destinos que menos compraram produtos brasileiros nos últimos 12 meses encerrados em julho deste ano. Juntos, eles movimentaram apenas US$ 72,5 mil em compras do Brasil, o equivalente a cerca de 21 segundos de exportações para a China, principal parceiro comercial brasileiro. As informações são da Gazeta do Povo, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O Vaticano comprou quase US$ 19 mil em mercadorias brasileiras, incluindo filés de tilápia do Mato Grosso do Sul, máquinas e equipamentos do Rio de Janeiro e partes de rolamento de São Paulo. A Coreia do Norte importou apenas US$ 127 em miudezas comestíveis de suíno de uma empresa do Ceará. As Ilhas Marianas do Norte gastaram US$ 21 em margarina, enquanto o Saara Ocidental comprou US$ 26 em maiôs e biquínis gaúchos.

A Antártida importou US$ 615 em partes de transformadores, conversores e bobinas. Tuvalu gastou US$ 1.420 em conversores elétricos estáticos, aparelhos eletrotérmicos de uso doméstico e obras de vidro. Niue comprou US$ 2.954 em móveis de madeira do Rio Grande do Sul e objetos de vidro para decoração.

As Ilhas Åland adquiriram US$ 9,6 mil em couros e peles curtidos de bovinos ou cavalos e solventes. A Groenlândia comprou quase US$ 16 mil em máquinas e aparelhos para preparação ou fabricação industrial de alimentos ou bebidas do Paraná, além de aparelhos de eletrodiagnóstico no valor de US$ 723. Svalbard e Jan Mayen importaram quase US$ 23 mil em calçados de São Paulo.

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