Turbulência leva o Risco Brasil aos 216 pontos

O risco brasileiro, avaliado pelo índice Embi+ do banco norte-americano J.P. Morgan, subia 16 pontos para 216 pontos próximo às 9h13 (de Brasília), segundo informou a assessoria de imprensa da instituição. O risco atingiu 217 pontos na máxima mais cedo e operou em 203 pontos na mínima.

O spread do índice Embi+ dos emergentes acompanhados pelo banco encontrava-se estável, a 222 pontos. O risco Brasil mede o grau de desconfiança dos investidores na economia brasileira. O pior resultado (recorde de alta), 2.436 pontos, foi registrado no dia 27 de setembro de 2002, pouco antes da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente.

Para estipular o risco de cada país, analistas do JP Morgan calculam quanto um determinado governo deve pagar a mais aos investidores do que o governo dos Estados Unidos, de forma que, do ponto de vista deles, seja mais vantajoso investir no país que deixar o dinheiro nos EUA. Também são levados em consideração indicadores financeiros e políticos de cada país, tais como déficit fiscal, crescimento da economia, solidez das instituições, entre outros.

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