O vice-presidente da Toyota no Brasil, Miguel Fonseca, afirmou nesta segunda-feira, 17,que as medidas econômicas que estão sendo desenvolvidas pelo novo governo, como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241 e a reforma da Previdência, devem atrair mais investimentos para o País em 2017, “embora mais modestos”. “Crise não foi obstáculo, foi incentivo às reformas”, disse.

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Ele, que participa de evento do setor automotivo em São Paulo, declarou que “claramente há uma retomada da confiança no Brasil”, mas ressaltou que existem desafios à recuperação da economia, como o “complexo sistema tributário” e “barreiras comerciais”. Com a adoção das reformas, o executivo da Toyota espera que, em 2019, o mercado de veículos volte a apresentar crescimentos mais robustos.

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Fonseca destacou também que a Toyota, montadora que mais conquistou mercado em 2016, tem elevado o número de concessionárias no País, apesar da crise. A expectativa é que a marca termine o ano com 208 pontos de revenda, acima das 182 lojas em 2014. Na mesma comparação, o setor como um todo reduziu o número de concessionárias de 5.136 para 3.982, segundo levantamento apresentado por Fonseca.

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Volkswagen

O presidente da Volkswagen no Brasil, David Powels, reafirmou nesta segunda-feira, 17, o plano da montadora de investir R$ 6 bilhões no País entre 2015 e 2019, apesar das consecutivas quedas que o setor tem enfrentado nas vendas e na produção. O plano anterior, de 2014 a 2018, era de R$ 10 bilhões.