O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) está trabalhando com o governo federal para rever a alíquota de PIS/Cofins sobre o etanol, disse o presidente da entidade, Leonardo Gadotti, nesta terça-feira, 15, durante o Fórum Internacional de Postos de Serviços, Equipamentos, Lojas de Conveniência e Food Service, em São Paulo.

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Com a necessidade de elevar a arrecadação, o governo federal aumentou a alíquota de PIS/Cofins sobre combustíveis, há cerca de um mês. Posteriormente, o governo usou um decreto que regulamenta o Conselho de Supervisão da Recuperação Fiscal de Estados para corrigir a alíquota de PIS/Cofins sobre o etanol, depois de a área econômica ter extrapolado os limites legais de aumento.

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No dia 20 de julho, o governo havia anunciado o reajuste de zero para R$ 0,1964 por litro, mas depois definiu que o valor cobrado seria de R$ 0,1109 por litro.

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Gadotti opinou que o setor convive com carga tributária elevada e, até esse último reajuste de alíquota de PIS/Cofins, o setor tinha sonegação de R$ 4,8 bilhões por ano. Com a elevação, a estimativa é de que sonegação possa alcançar R$ 20 bilhões por ano.