economia

Previ: só título público não é mais opção para atingir meta atuarial

Os fundos de pensão não poderão mais contar apenas com a compra de títulos públicos para assegurar suas metas atuariais, diante do atual patamar de taxas de juros, disse nesta quarta-feira, 4, o presidente da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), Gueitiro Marsuo Genso, em apresentação no 5º Fórum do Bradesco BBI, em São Paulo.

Genso disse ainda que o plano 1 da Previ, que é o mais maduro, possui hoje 47,90% alocado em renda variável e 30,80% em renda fixa. As proporções, no entanto, devem se inverter até 2024, ano em que é previsto que renda variável ocupe a fatia de 42,20% e renda fixa 59,50%. “Precisaremos de bons papéis de renda fixa. Os fundos precisam de alternativa para esse cenário “, disse. O executivo disse, ainda, que papéis de longo prazo não são um entrave para a entrada da Previ.

O executivo disse ainda que neste momento a Previ está atenta à governança corporativa das empresas investidas, tanto em renda fixa quanto em variável. Em renda variável, o olhar está para empresas boas pagadoras de dividendos e empresas com governança madura. Hoje a fundação tem 86% de suas participações concentrada em 10 companhias e está no planejamento uma desconcentração, mas que ocorrerá gradativamente.

Grupos de WhatsApp da Tribuna
Receba Notícias no seu WhatsApp!
Receba as notícias do seu bairro e do seu time pelo WhatsApp.
Participe dos Grupos da Tribuna
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.