Preços de energia ajudam a desacelerar IPC-S

A inflação mais fraca nos preços do grupo Habitação (de 0,72% para 0,57%) foi o que levou à taxa menor do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), na passagem do índice de até 7 de agosto para o de até 15 de agosto (de 0,36% para 0,26%). Segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV), essa classe de despesa sofreu a influência da forte desaceleração de preços no item tarifa de eletricidade residencial (de 4,14% para 2,87%).

No período, houve desacelerações de preços ou deflação em cinco das sete classes de despesas usadas para o cálculo do indicador. Além de Habitação, esse é o caso de Alimentação (de 0,21% para 0,12%), Vestuário (de 0,06% para -0,49%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,31% para 0,20%) e Despesas Diversas (de -0,02% para -0,10%). As duas outras classes de despesas apresentaram aceleração de preços no período. É o caso de Educação, Leitura e Recreação (de 0,12% para 0,14%) e de Transportes (de 0,30% para 0,34%).

Entre os produtos pesquisados para cálculo do índice, os que apresentaram as altas de preços mais expressivas no IPC-S de até 15 de agosto foram tarifa de eletricidade residencial (2,87%), mamão da Amazônia – papaya (25,23%) e pimentão (27,50%). Já os produtos que registraram as quedas de preços mais intensas foram batata-inglesa (-17,96%), leite tipo longa vida (-2,77%) e óleo de soja (-4,76%).

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