economia

Posto formal tende a dar maior contribuição para melhora do desemprego, diz Itaú

O aumento do emprego informal continua sendo fator determinante para a queda do desemprego no Brasil, avalia o Itaú Unibanco ao comentar os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta sexta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para 2018, o banco projeta que haverá maior contribuição do emprego formal para a melhora do emprego no País.

“Ao fim de 2018, projetamos que a taxa de desemprego estará em 11,8%, com contribuição cada vez maior do emprego formal”, ressalta relatório do banco divulgado nesta sexta. Pelos cálculos do IBGE, a taxa de desocupação terminou o trimestre encerrado em novembro em 12%, ante 12,2% dos três meses terminados em outubro. Já pelas estimativas do Itaú, levando em conta o ajuste sazonal do banco, a taxa ficou em 12,5% em novembro ante 12,6% no mês anterior.

Ainda ao falar dos dados da Pnad Contínua, o Itaú destaca que a massa salarial real avançou 4,5% no trimestre encerrado em novembro, na comparação anual, beneficiada pela alta dos salários reais.

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