A Petrobras confirmou nesta segunda-feira (17) a descoberta de petróleo no poço Morpho, localizado na Margem Equatorial, em águas profundas do Amapá. A presidente da estatal, Magda Chambriard, informou que ainda não há dados precisos sobre o tamanho da reserva encontrada. As informações são da Gazeta do Povo.

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“Tem petróleo, tem descoberta, a gente ainda não sabe quanto. Nós vamos continuar investindo, vamos continuar explorando e o futuro vai dizer quanto o Amapá pode nos oferecer”, disse Magda em evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O poço está a cerca de 175 km da costa do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros.

A operação custa cerca de US$ 1 milhão por dia. Desde outubro de 2025, quando a perfuração começou, a companhia já gastou US$ 300 milhões. A empresa ainda precisa perfurar mais mil metros para concluir o poço, o que deve levar entre 15 e 20 dias.

A Petrobras aguarda licença ambiental para explorar mais três poços no mesmo bloco. Outros cinco poços estão planejados para blocos adjacentes na área. Desde 2023, a estatal buscava autorização do Ibama para perfurar na bacia da Foz do Amazonas.

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A presidente da Petrobras destacou que a companhia não tem futuro sem novas frentes de exploração, especialmente porque o pico de produção do pré-sal deve ocorrer entre 2034 e 2035. A descoberta no Amapá é vista como essencial para a reposição de reservas e para manter o Brasil entre os dez maiores produtores globais de petróleo.

A visita ao navio-sonda no Amapá contou com a presença dos ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Miriam Belchior (Casa Civil) e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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