O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, previu gastos de R$ 180 milhões até 2014 como forma de reforçar as redes de transmissão e distribuição para a Copa do Mundo no Brasil. Chipp definiu o sistema elétrico brasileiro como “bem servido”, pois foram investidos R$ 36 bilhões de 1999 a 2010, mais a previsão de R$ 10 bilhões até 2015.

Além do reforço dos sistemas de transmissão e distribuição, a rede elétrica do País, para funcionar sem problemas durante o Mundial, precisa de programas de manutenção maiores e mais ágeis, acrescentou o executivo. De acordo com o presidente do ONS, a preocupação maior é com as regiões localizadas nos arredores dos estádios e com as cidades que estarão sediando jogos. Os estádios, assegurou Chipp, não terão problemas de energia.