economia

Mercado de trabalho perde 58 mil vagas com carteira até outubro, diz IBGE

O mercado de trabalho fechou 58 mil vagas com carteira assinada no setor privado no trimestre encerrado em outubro, em relação ao trimestre terminado em julho. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado aumentou em 534 mil pessoas, para o patamar recorde de 11,628 milhões de pessoas nessa condição. Outros 497 mil indivíduos aderiram ao trabalho por conta própria, para um recorde de 23,610 milhões nessa situação.

O setor público teve aumento de 57 mil postos de trabalho em apenas um trimestre. O emprego como trabalhador doméstico encolheu em 12 mil pessoas.

Período de 1 ano

O mercado de trabalho no País perdeu 380 mil vagas com carteira assinada no setor privado no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 1,1% no trimestre encerrado em outubro de 2018 ante o mesmo trimestre de 2017, segundo os dados da Pnad Contínua.

Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,9% em um ano, com 649 mil empregados a mais.

O total de empregadores cresceu 4,8% ante o trimestre até outubro de 2017, com 205 mil pessoas a mais.

O trabalho por conta própria cresceu 2,9% no período, com 655 mil pessoas a mais. A condição de trabalhador familiar auxiliar aumentou 1,5%, com 34 mil ocupados a mais. O setor público gerou 190 mil vagas, um avanço de 1,6% na ocupação.

Houve aumento de 2 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico.

Grupos de WhatsApp da Tribuna
Receba Notícias no seu WhatsApp!
Receba as notícias do seu bairro e do seu time pelo WhatsApp.
Participe dos Grupos da Tribuna
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.