Economia

Jatos executivos e táxi-aéreo enfrentam novas regras em Congonhas

Imagem mostra moedas e uma nota de R$ 2 em cima de uma mesa.
Decisões econômicas, inflação e mercado: entenda como os rumos da economia afetam o seu dia a dia. Foto: Pixabay / Luis Wilker.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) criou regras mais rígidas para pousos e decolagens de jatos executivos e táxi-aéreo no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. As informações são da Agência Brasil.

Agora, esses operadores de aviação geral precisam contratar um provedor de serviços de base fixa antes de pedir autorização para operar no aeroporto. Na prática, isso significa pagar antecipadamente por serviços de apoio em solo.

A mudança tem como alvo o mercado paralelo de horários de voo. Segundo a Anac, algumas empresas conseguiam slots sem ter estrutura adequada, o que causava problemas na movimentação do aeroporto.

O diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein, afirmou que a agência vai fiscalizar para combater o comércio irregular de horários. Ele explicou que as regras restringem o uso de Congonhas pela aviação geral e exigem mais planejamento dos operadores.

A medida busca garantir que todas as operações tenham suporte operacional adequado antes de usar o aeroporto. Com isso, a Anac espera reduzir impactos causados pela falta de serviços ou estrutura insuficiente.

A Aena, concessionária que administra Congonhas, foi procurada mas não respondeu até a publicação.

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