O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação da cidade de São Paulo, registrou uma inflação de 0,08% na segunda quadrissemana de abril. O número representa uma alta em relação à primeira leitura de abril, quando apresentou uma deflação de 0,11%. Na comparação com a segunda medição de março, o índice também mostrou alta, já que o IPC naquele levantamento foi uma deflação de 0,11%.

O resultado apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ficou acima do intervalo das previsões de 18 instituições pesquisadas pelo AE Projeções, que apontavam que o índice poderia ficar entre uma deflação de 0,05% e uma alta de 0,05%, com mediana positiva de 0,02%.

Transportes e Saúde apresentaram altas maiores na segunda quadrissemana de abril, ante a primeira leitura do mês. A inflação de Transportes acelerou para 0,23% na segunda leitura de abril, de 0,18% na primeira quadrissemana do mês. Já Saúde avançou para 0,45%, de 0,19% na mesma comparação.

A inflação de Alimentação e Vestuário desacelerou na segunda leitura de abril, ante a quadrissemana anterior. Alimentação obteve uma alta menor de 0,50% na segunda quadrissemana de abril, após ter atingido inflação de 0,59% na primeira leitura do mês. Vestuário, por sua vez, desacelerou para 0,45%, de 0,52% na mesma comparação.

Educação manteve a mesma taxa de inflação na comparação entre a segunda leitura do mês e a primeira, alta de 0,18%.

Por outro lado, as deflações de Habitação e Despesas Pessoais foram menores na segunda quadrissemana de abril do que na primeira. A taxa de deflação de Habitação caiu para 0,12%, de um valor negativo de 0,65%. Despesas Pessoais teve deflação de 0,80% na segunda quadrissemana de abril, ante a taxa negativa de 1,05% na primeira leitura do mês.

Veja como ficaram os itens que compõem o IPC na segunda leitura do mês de abril:

Habitação: -0,12%

Alimentação: 0,50%

Transportes: 0,23%

Despesas Pessoais: -0,80%

Saúde: 0,45%

Vestuário: 0,45%

Educação: 0,18%

Índice Geral: 0,08%