O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação da cidade de São Paulo, registrou uma alta de 0,21% na segunda quadrissemana de maio. O número representa uma alta menor em relação a primeira leitura do mês, quando apresentou uma alta de 0,31%. Na segunda medição de abril, o índice havia ficado em alta de 0,08%.

O resultado apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ficou abaixo do intervalo das previsões de 14 instituições pesquisadas pelo AE Projeções, que apontavam que o índice poderia ficar entre 0,23% e 0,41%, com mediana em 0,32%.

Os grupos Saúde e Vestuário foram os únicos cuja alta foi maior na segunda quadrissemana de maio em relação a primeira leitura do mês. Depois de atingir 1,58% na primeira quadrissemana de maio, Saúde avançou para uma alta de 1,71% na segunda leitura. Já Vestuário passou de uma taxa positiva de 0,30% para 0,62% na mesma comparação.

Transportes, Despesas Pessoais e Educação tiveram altas menores na segunda leitura de maio em comparação com a primeira. Transportes saiu de 0,30% na primeira quadrissemana para uma alta de 0,24% na leitura seguinte. Já Despesas Pessoais recuou para uma alta de 0,29% na segunda quadrissemana, depois de atingir 0,33% na mesma comparação. Educação, por sua vez, saiu de 0,10% na primeira quadrissemana para 0,07% na segunda leitura do mês.

O grupo Habitação ficou estável na segunda quadrissemana de maio, ante alta de 0,14% na primeira leitura do mês. Já Alimentação passou de uma alta de 0,15% na primeira quadrissemana do mês para uma baixa de 0,14% na leitura seguinte.

Veja como ficaram os itens que compõem o IPC na segunda leitura do mês de maio:

Habitação: 0%

Alimentação: -0,14%

Transportes: 0,24%

Despesas Pessoais: 0,29%

Saúde: 1,71%

Vestuário: 0,62%

Educação: 0,07%

Índice Geral: 0,21%