Economia

Inflação usada para reajustar salários sobe para 4,29% em 12 meses

Esta foto foca na textura e na diversidade de cores das notas. Uma mão (bem cuidada, com unhas curtas) segura um leque perfeito e denso de notas. Estão visíveis todas as denominações principais (R$2, R$5, R$10, R$20, R$50, R$100 e R$200). O fundo é um mercado de rua brasileiro desfocado (bokeh), trazendo um contexto real de uso do dinheiro. A luz é natural e suave.
Notas de Real em circulação representam o fluxo constante de bens e serviços que movimenta a economia brasileira, do pequeno varejo às grandes transações. Foto: Imagem criada por Inteligência Artificial.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulou 4,29% nos últimos 12 meses até setembro. Em agosto, a taxa estava em 3,98%. No mês de setembro, a inflação medida pelo índice foi de 0,82%.

As informações são da Agência Brasil.

O INPC é usado como referência para reajustar salários de diversas categorias ao longo do ano. O índice mede a inflação para famílias com renda de um a cinco salários mínimos.

O salário mínimo, por exemplo, usa o dado de novembro em seu cálculo. Já o seguro-desemprego, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os benefícios acima do mínimo são reajustados com base no INPC acumulado até dezembro.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em setembro, os produtos alimentícios subiram 0,80% e os não alimentícios avançaram 0,83%.

O INPC apura preços de 367 produtos e serviços em 16 cidades brasileiras. Entre elas estão as regiões metropolitanas de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, além de Brasília e outras capitais.

Os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que na inflação oficial. Isso acontece porque as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. O salário mínimo atual é de R$ 1.621.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias do estado do Paraná!
Seguir no Google