Economia

Inflação prevista para 2026 cai para 5,02% pela sexta semana seguida

Uma imagem de close-up foca nas mãos centralizadas de uma feirante de meia-idade e de um cliente idoso em uma feira de rua brasileira ao ar livre e movimentada. A feirante, com um avental floral, está colocando várias notas de Real brasileiro usadas de várias denominações (visíveis, mas ligeiramente desfocadas) diretamente na palma aberta e envelhecida do cliente. Suas mãos estão entrelaçadas, centralizadas na composição. A feirante olha para a transação com um sorriso gentil, enquanto o cliente idoso olha com uma expressão de satisfação. O fundo é um borrão quente e vibrante de atividades do mercado, barracas desfocadas com frutas e vegetais, outras pessoas e a luz do sol da tarde. A fotografia documental e autêntica tem grãos visíveis e profundidade de campo muito rasa, focando apenas no dinheiro e no ponto de contato das mãos. A iluminação é natural e quente.
Dinheiro Real mudando de mãos: Uma transação de mercado de rua captura o fluxo diário e a interação humana do comércio local. Foto: Imagem criada por Inteligência Artificial.

O mercado financeiro reduziu pela sexta semana consecutiva a projeção de inflação para 2026. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 5,02%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC). Há quatro semanas, a estimativa era de 5,16%.

As informações são da Agência Brasil.

A expectativa para o crescimento da economia também caiu. O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, deve crescer 1,98% em 2026. A projeção estava em 1,99% nas últimas cinco semanas.

A previsão para o dólar permanece estável em R$ 5,20 há oito semanas. Já a taxa básica de juros, a Selic, deve terminar 2026 em 13,75%, mesma projeção da semana passada.

Para 2027, o mercado prevê inflação de 4,22%, dólar a R$ 5,28 e Selic de 12%. O PIB deve crescer 1,52%, queda em relação aos 1,57% projetados na semana anterior.

Em 2028, as estimativas são de inflação a 3,80%, crescimento de 2%, dólar a R$ 5,30 e Selic a 10,50%. Todos os índices permaneceram estáveis em relação à semana passada.

O BC usa a Selic para controlar a inflação. Quando os juros sobem, o crédito fica mais caro, encarecendo compras no cartão, parcelas de produtos e financiamentos de imóveis. Isso reduz o consumo e ajuda a segurar os preços.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada em 5 de agosto, a Selic caiu de 14,25% para 14% ao ano. Foi a quarta redução consecutiva dos juros básicos.

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