Inflação na zona do euro sobe para 2,6% em setembro

A inflação ao consumidor subiu 2,6% em setembro em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com informações do Escritório Europeu de Estatísticas (Eurostat) divulgadas hoje (16).

O número veio abaixo do esperado pelos analistas, que estimavam uma alta de 2,7%, mas ainda está acima da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de 2%.

O principal responsável pelo número mais alto foi o preço do petróleo, que subiu no mercado internacional devido às restrições impostas pela União Europeia e os Estados Unidos à compra de petróleo do Irã.

Em relação a agosto, o índice se manteve no mesmo nível. Na Espanha, um dos países mais afetados pela crise financeira, a taxa subiu para 3,5% em termos anualizados, oito décimos mais que em agosto.

O aumento dos preços acontece na Europa mesmo em meio à crise financeira e à recessão em vários países. A perda de valor da moeda prejudica a população europeia, que sofre com a pressão do alto desemprego e da redução de salários e benefícios previdenciários.

A alta inflação também dificulta o desenvolvimento de políticas de crescimento, que poderiam contribuir para a melhora da economia nos Estados que compõem a zona do euro.

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