O grupo Habitação, que retrocedeu de 2,01% na última leitura de janeiro para 1,69% na primeira quadrissemana de fevereiro, foi o que mais contribuiu para a desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) divulgado nesta segunda-feira, 9, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador geral recuou 0,10 ponto porcentual, de 1,73% para 1,63% entre os dois períodos.

Dentre as cinco classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou as influências dos itens Hortaliças e Legumes (13,21% para 10,36%) em Alimentação, cursos formais ( de 9,19% para 7,13% em Educação, pacotes de telefonia fixa (1,20% para 0,75%) em Comunicação e cartão de comunicação (0,78% para 0,33%) em Despesas Diversas.

Os itens com as maiores influências isoladas de alta foram tarifa de ônibus urbano (apesar da redução de ritmo de 9,18% para 9,07%), tarifa de eletricidade residencial (de 9,41% para 7,12%), curso de ensino superior (de 8,30% para 6,54%), refeição em bares e restaurantes (0,98% para 1,13%) e automóvel novo (1,80% para 2,10%).

Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram passagem aérea ( mesmo com redução ritmo de baixa de -11,12% para -9,26%), perfume (de -1,47% para -1,54%) tarifa de táxi (de -5,04% para -3,15%), leite tipo longa vida (-1,58% para -2,01%) e blusa feminina (de -2,15% para -2,03%).