O gabinete ministerial da Suíça concluiu as propostas de um reforma de seu sistema de tributação para as empresas, de modo a colocá-lo em conformidade com as normas internacionais e aumentar a atratividade do país para os negócios.

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Conhecida como Reforma Tributária Corporativa III, ela tornará as leis fiscais suíças para empresas compatíveis com as normas introduzidas nos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O plano foi finalizado nesta sexta-feira, depois de a Suíça e os 28 estados membros da União Europeia chegarem a um acordo sobre troca automática de informações fiscais de cidadãos, no mês passado.

Entre as mudanças propostas pelo governo suíço está o fim das vantagens fiscais para holding e empresas de gestão, que lhes permitiram registrar e pagar impostos em locais de baixa tributação, como Zug, na Suíça, em vez de pagá-los nos países onde é gerada a maior parte de seus lucros.

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O governo estima que a perda resultante da mudança no resultado fiscal de cantões como Zug e Schwyz deverá chegar a cerca de 1,3 bilhão de francos suíços (US $ 1,4 bilhão) por ano, o que o governo federal deverá ajudar a compensar. Essa previsão de perda de receitas fiscais, no entanto, não inclui “quaisquer efeitos a partir do influxo ou êxodo das empresas” de ou para a Suíça, informou o gabinete, conhecido como o Conselho Federal, em um comunicado.

As propostas serão agora repassadas para o debate em parlamentos superiores e inferiores do país antes de uma versão final do projeto estar pronta para implementação, até 2017, no mínimo.

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Fonte: Dow Jones Newswires