Fiesp: PIB deve crescer apenas 0,7% em 2014

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve crescer apenas 0,7% em 2014, na série dessazonalizada, de acordo com expectativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgada nesta quarta-feira, 20, pela entidade. Segundo a instituição, isso deve ser resultado de uma projeção de contração de 0,2% no segundo trimestre, crescimento de 0% no terceiro trimestre e de apenas 0,3% no quarto trimestre.

De acordo com o diretor de Economia da Fiesp, Paulo Francini, essa é a segunda revisão realizada pela Federação. No ano passado, a primeira projeção da entidade era de que o PIB em 2014 iria crescer 2%. Em março deste ano, foi feita a primeira revisão para baixo, quando a instituição passou a prever um crescimento de 1,4%. Francini lembra que a revisão feita hoje o é a terceira e última projeção.

A instituição projeta que o PIB da agropecuária deve crescer 2,1% em 2014, enquanto que o de serviços deverá avançar 1,4%. Já para o PIB geral da Indústria, a entidade espera uma queda de 1,6% em 2014, enquanto que só a indústria de transformação deve ter recuo ainda maior, de 3,1%. Para a indústria da construção civil, a Federação espera uma queda de 3,9% neste ano e para os serviços de industriais de utilidade pública (SIUP), avanço de 1,1%.

A Fiesp informou ainda suas previsões para o consumo das famílias e do governo em 2014, para o qual espera crescimento de 1,5% e de 2,3%, respectivamente. A entidade projeta ainda uma queda de 6,5% para formação bruta de capital fixo (FBCF). Já para as exportações de bens e serviços, a Federação espera avanço de 2,8%, ao mesmo tempo em que prevê crescimento de 0,5% para as importações.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.