Os preços médios do etanol hidratado subiram em 18 Estados na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Recuaram em outros sete Estados e no Distrito Federal. Como não houve avaliação no Amapá na semana anterior, não foi feita base de comparação.

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Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP o preço médio do etanol subiu 2,13% na semana passada ante a anterior, de R$ 2,908 para R$ 2,970.

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Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado avançou 2,84% sobre a semana anterior, de R$ 2,742 para R$ 2,820 o litro. A maior alta semanal, de 6,36%, foi no Piauí.

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Na comparação mensal, os preços do etanol subiram em 20 Estados, recuaram no Acre, na Bahia, em Mato Grosso, em Minas Gerais, em São Paulo e no Distrito Federal.

No Amapá também não houve comparação para avaliação mensal. Na média brasileira, o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou aumento de 0,27% na comparação mensal. O destaque também foi o Piauí, com 13,42% de variação.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,299 o litro, em São Paulo, e o máximo individual foi de R$ 4,949 o litro, no Rio Grande do Sul. Mato Grosso tem o menor preço médio estadual, de R$ 2,569 o litro, assim como os postos gaúchos registram o maior preço médio, de R$ 4,113 o litro.

Competitividade

Os preços médios do etanol hidratado permanecem vantajosos sobre os da gasolina em apenas quatro Estados brasileiros – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, e São Paulo. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido, em média, por 57,39% do preço da gasolina, em Goiás a 65,61%, em Minas Gerais a 66,30%, e em São Paulo por 67,63%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 67,07% entre os preços médios do etanol e da gasolina, também favorável ao biocombustível.

A gasolina foi mais vantajosa no Amapá, com a paridade de 93,80% para o preço do etanol.