Economia

Estados Unidos aplicam sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros

Ilustração sobre economia e finanças com a logo da Tribuna do Paraná no canto superior esquerdo. A imagem mostra moedas empilhadas, uma calculadora, cédulas de real, gráficos financeiros, indicadores de crescimento e um caderno com relatórios. Ao fundo, aparece um prédio institucional desfocado com a bandeira do Brasil, simbolizando decisões econômicas, mercado financeiro, impostos, programas governamentais e economia popular. Design clean, moderno e voltado para conteúdos de notícias econômicas.
Decisões econômicas, inflação e mercado: entenda como os rumos da economia afetam o seu dia a dia. Foto: Imagem criada com IA.

O governo dos Estados Unidos impôs, no dia 15 de julho de 2026, uma sobretaxa de 25% sobre a maioria dos produtos brasileiros. A medida gera preocupação sobre a competitividade da indústria nacional e provoca troca de acusações entre o governo Lula e a oposição. As informações são da Gazeta do Povo.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que o governo brasileiro não negociou de boa-fé e que as políticas econômicas atuais do Brasil são prejudiciais. O governo brasileiro alega que a medida é resultado de um enredo articulado pela oposição para prejudicar o país por interesses eleitorais.

A Seção 301 é uma lei americana que permite ao presidente impor sanções comerciais contra países acusados de práticas desleais. Os Estados Unidos usaram essa lei para justificar a sobretaxa.

Brasil planeja acionar lei de reciprocidade

O Brasil pretende acionar a Lei de Reciprocidade, que permite ao governo brasileiro adotar medidas iguais ou equivalentes contra países que criarem barreiras injustificadas aos produtos nacionais. Isso pode levar à aplicação de taxas sobre produtos vindos dos EUA.

O governo também pretende levar a disputa para a Organização Mundial do Comércio e diversificar parcerias com outros mercados, como a União Europeia e Singapura, através do Plano Brasil Soberano.

Mercado financeiro espera valorização do dólar

Espera-se uma valorização do dólar frente ao real e um cenário de maior cautela por parte dos investidores. Entidades como a CNI e a Fiesp alertam para o risco de substituição de fornecedores brasileiros por outros países.

As entidades criticam o desalinhamento diplomático entre Brasília e Washington, que teria enfraquecido laços históricos entre os dois países.

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