A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 na comparação com os três meses anteriores. O Produto Interno Bruto (PIB), que mede todos os bens e serviços produzidos no país, chegou a R$ 3,4 trilhões no período. As informações são da Agência Brasil.

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Os dados foram divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao segundo trimestre de 2025, o PIB apresenta alta de 2%. No acumulado de quatro trimestres, a expansão foi de 1,9%.

No primeiro semestre, a economia expandiu 1,9% na comparação com a primeira metade de 2025. O Banco Central (BC) projeta que 2026 deve terminar com crescimento do PIB de 1,92%, segundo o boletim Focus divulgado na segunda-feira (31).

A agropecuária foi o destaque entre os setores, com variação positiva de 2,8% na passagem do primeiro para o segundo trimestre. Em 12 meses, a alta chega a 6,2%. A indústria variou positivamente 0,1% entre os trimestres e 1,4% em 12 meses.

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Dentro da indústria, o principal motor foi a indústria extrativa, que saltou 3,4% entre os trimestres seguidos. O setor de serviços, que mais emprega na economia, cresceu 0,2% entre os trimestres e 1,7% no acumulado de 12 meses.

Os segmentos de serviços que mais cresceram foram informação e comunicação (2,1%), transporte, armazenagem e correio (1,1%) e atividades imobiliárias (0,2%). O comércio ficou estável. Houve variação negativa em administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%) e em atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%).

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A Formação Bruta de Capital Fixo, indicador que representa os investimentos, cresceu 1,2% no trimestre. O consumo do governo subiu 0,4%, enquanto o das famílias recuou 0,4%. As exportações caíram 0,8%, e as importações subiram 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2026.