O dólar mais forte ante o real e outras moedas emergentes pressiona os juros futuros, ajudando na abertura da curva, em meio à cautela dos investidores globais e ausência, nesta quarta-feira, 25, de um driver local. A cautela se deve ao pedido de impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de preocupações com as negociações entre EUA e China e com o Brexit, o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

Um operador de renda fixa observa que o movimento, no entanto, deve ser limitado diante da perspectiva de mais afrouxamento monetário no Brasil e principais economias mundiais.

Às 9h09 desta quarta, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 estava em 5,06%, de 5,02% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2023 marcava 6,20%, de 6,15% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2025 exibia 6,82%, de 6,79% no ajuste de terça.