O dólar começou a semana estável, vendido a R$ 2,903. A moeda americana oscilou pouco. Chegou a operar abaixo dos R$ 2,90, quando teve a cotação mínima de R$ 2,899, uma leve queda de 0,13%. O preço máximo dia foi de R$ 2,921, uma alta de 0,62%.

Nos últimos dias, o clima de calmaria predomina no mercado de câmbio, com a moeda sendo negociada com ligeiras variações. No mês de setembro, o dólar acumula pequena queda de 2,5%. No ano, a baixa acumulada está em 18%.

Nesta semana, os investidores aguardam o leilão para a rolagem de uma dívida cambial de US$ 2,344 bilhões no dia 1º de outubro – marcado para amanhã.

Será a primeira vez que a renovação dos títulos será feita em apenas um leilão, como prevê a nova regra divulgada pelo BC no início da semana passada.

Até a data do leilão, é possível que algumas instituições financeiras especulem sobre o tamanho da oferta de títulos que será anunciada pelo BC, que sinalizará o nível do percentual de rolagem da dívida.

O governo quer reduzir a exposição cambial da dívida pública. Por isso, tem renovado cada vez menos títulos cambiais nessas operações.

Bolsa

O principal índice da Bovespa fechou ontem em queda de 2,17%, aos 16.485 pontos. O volume financeiro somou R$ 1,5 bilhão, inflado pelo leilão de permuta das ações do Unibanco (R$ 775,2 milhões).

A baixa da Bolsa paulista foi motivada pelas vendas dos investidores interessados em colocar no bolso os ganhos com a forte alta recente dos papéis.

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