Curitiba foi a 6.ª capital que mais criou postos de trabalho formal no comércio em setembro. Foram 992 novos empregos no setor. Em relação a agosto a variação positiva é de 0,69%. O saldo é resultado de 9.260 admissões e 8.268 desligamentos.

A capital paranaense ficou atrás apenas de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife.

Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (MTE), que pesquisa as capitais com mais de um milhão de habitantes. Com esse resultado, o emprego no setor de serviços em Curitiba atinge a marca de 144.313 trabalhadores com carteira assinada.

Em todo Paraná foram criadas 4.356 vagas em setembro – variação de 0,8% sobre o número de trabalhadores de agosto. Na Região Metropolitana de Curitiba foram abertas 1.531 vagas no mesmo período – aumento de 0,77% sobre o estoque de trabalhadores do mês anterior.

Nas demais capitais da região Sul, o saldo do emprego no comércio em setembro foi de 0,33% em Florianópolis e 0,86% em Porto Alegre. O saldo de empregos no setor representou 17,5% do saldo total de empregos criados na capital paranaense em setembro e 21,3% dos empregos gerados no comércio no Paraná.

Nos primeiros nove meses de 2010, o emprego no Comércio aumentou 3,8% em Curitiba e foram criados 5.308 novos postos de trabalho. Na série histórica iniciada em 2000, os primeiros nove meses de 2010 obtiveram o terceiro maior saldo do emprego formal no comércio de Curitiba. Nos últimos 12 meses (out/2009 a set/2010) foram criadas 7.234 novas vagas no setor. Ou seja, um aumento de 5,3%.

1º emprego – Em setembro, houve 1.355 admissões por primeiro emprego no setor do comércio em Curitiba. Entre janeiro e setembro de 2010, foram admitidos 11.610 trabalhadores por primeiro emprego, que representaram 14,5% de todas as contratações do ano no comércio.

Atividades

Em Curitiba, o comércio varejista foi a atividade comercial que gerou maior número de postos formais em setembro (749), que representaram praticamente 76% de todos os postos de trabalho criados no setor naquele mês. Em segundo lugar, aparece o comércio por atacado – exceto veículos automotores e motocicletas – com 175 novos postos.