Crise afeta a imprensa

Economia estagnada, educação ruim, analfabetismo, carga tributária escorchante, renda per capita baixa, falta de hábito da leitura e outras crises são fatores que afetam, frontalmente, os jornais e revistas, dificultando aumentar suas tiragens. “As crises são grandes e não estão ilhadas. De modo geral, a situação do País e o nível de emprego não estão bem. As empresas de comunicação são sensíveis a todo esse cenário. Vale lembrar que leitura crítica, educação e informação de qualidade são bases para o desenvolvimento cultural, social e econômico do País”, afirmou o jornalista Mussa José Assis, diretor de redação do jornal O Estado do Paraná, em aula magna proferida para estudantes do primeiro período de Comunicação Social – Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Tendo como suporte a experiência de 42 anos de atuação como repórter, diretor e ex-professor da PUC-PR, Mussa destacou que o jornalismo impresso é a mãe de todas as modalidades de jornalismo. “O jornal reúne análise e síntese de informações, opiniões, idéias, pesquisas e divertimento”, ressaltou o conferencista. E prosseguiu: “Hoje, os meios de comunicação trabalham com toda a liberdade de expressão. Porém, na época recente da censura, a barra era pesada. Nunca se sabia o que iria acontecer. Era proibido quase tudo, às vezes, sem critério algum, outras vezes, por motivações pessoais.”

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