A cooperativa reunirá inicialmente 12 moradores da vila – dez mulheres e dois homens. Parte deles trabalha ou já trabalhou em empresas de confecção. ?Quem tem serviço fora passará a trabalhar na vila, mais perto da família e da roça?, diz a presidente da Associação de Moradores, Edna Ramos da Silva. O serviço no barracão deve render ao menos um salário mínimo mensal a cada participante.
Os costureiros esperam apenas a conclusão das obras do barracão para iniciar os trabalhos. A Prefeitura de Cidade Gaúcha é responsável pela construção. Enquanto a obra não fica pronta, outros moradores que se interessarem pelo trabalho na confecção vão receber treinamento – as máquinas de costura plana, overloque e trespontadeira já estão no Galpão Comunitário da Vila Rural.
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