Notícias

Conta de luz e alimentos pressionam inflação em junho, diz IBGE

Ilustração sobre economia e finanças com a logo da Tribuna do Paraná no canto superior esquerdo. A imagem mostra moedas empilhadas, uma calculadora, cédulas de real, gráficos financeiros, indicadores de crescimento e um caderno com relatórios. Ao fundo, aparece um prédio institucional desfocado com a bandeira do Brasil, simbolizando decisões econômicas, mercado financeiro, impostos, programas governamentais e economia popular. Design clean, moderno e voltado para conteúdos de notícias econômicas.
Decisões econômicas, inflação e mercado: entenda como os rumos da economia afetam o seu dia a dia. Foto: Imagem criada com IA.

A prévia da inflação oficial do Brasil ficou em 0,41% em junho de 2026, pressionada principalmente pela alta na conta de luz e nos preços de alimentos básicos como batata, tomate e feijão. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo IBGE por meio do IPCA-15, índice que mede a variação de preços no país. As informações são do IBGE.

A energia elétrica residencial subiu 2,04% no mês e foi o item que mais pesou individualmente na inflação. O aumento aconteceu por causa da cobrança da bandeira tarifária amarela, que encarece a conta, e de reajustes aplicados em algumas regiões do país.

No supermercado, a batata-inglesa ficou 29,42% mais cara, o tomate subiu 17,27%, o feijão-carioca avançou 14,29% e a cebola teve alta de 9,54%. No acumulado do primeiro semestre de 2026, tomate, cenoura e batata mais do que dobraram de preço, com altas acima de 100%.

Passagens aéreas subiram 7,24% em junho e produtos de higiene pessoal tiveram aumento de 1,03%. Por outro lado, café moído caiu 3,69%, frutas recuaram 0,96% e combustíveis tiveram queda de 1,22%, ajudando a aliviar parte da pressão sobre o bolso do consumidor.

Em 12 meses, a inflação acumulada chegou a 4,80%, acima do teto da meta de 4,5% estabelecida pelo governo. No acumulado de 2026, o IPCA-15 já registra alta de 3,45%.

Entre as cidades pesquisadas, Curitiba registrou uma das menores inflações do mês, com alta de 0,28%. O resultado foi puxado pela queda nos custos de emplacamento e licenciamento de veículos e no preço da gasolina. Brasília teve a maior inflação, com 0,93%, impulsionada por passagens aéreas e gasolina mais caras.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.